A nossa sociedade tem-se tornada progressivamente mais liberal em relação às questões ligadas à sexualidade humana. Cada vez de maneira mais precoce, homens e mulheres apresentam questões ligadas à sua vida sexual. Da mesma forma, a expectativa de vida da população tem aumentado nas últimas décadas, na maioria dos países, e a preocupação das pessoas tem-se voltado para a sua qualidade de vida, e, entre seus indicadores, a atividade sexual satisfatória tem sido um dos mais citados.

Mesmo que o número de campanhas estimulando uma melhor qualidade de vida, prática de uma alimentação saudável e atividades físicas tenham crescido, justamente para a manutenção da saúde nesse novo cenário de estimativa de vida, paradoxalmente também cresceram os casos de doenças psicológicas, com a depressão tendo um aumento de 18% somente nos últimos 10 anos e, com as estimativas apontando para que ela se torne a doença mais incapacitante do mundo a partir de 2021 (de acordo com a OMS).

Então quando se tem a preocupação com o prolongamento da qualidade da atividade sexual, é preciso voltar-se também para a prática de atividades que mantenham nossa mente saudável, uma vez que a depressão é uma das principais causadoras de impotência sexual.

Dentre os países da América Latina, o Brasil lidera o ranking de pacientes deprimidos, apresentando um total de 11,5 milhões de brasileiros com essa doença. E dentre esse número, estima-se que 35% a 47% dos pacientes deprimidos possuem disfunção sexual.

No entanto, quando se trata da relação com transtornos psiquiátricos, a avaliação da vida sexual era, até há pouco tempo, frequentemente negligenciada. Um dos principais aspectos dessa relação com a expansão dos tratamentos farmacológicos é a interferência dos medicamentos antidepressivos na esfera sexual e reprodutiva, incluindo a diminuição na libido sexual, impotência sexual e ejaculação precoce.

Medicamentos antidepressivos e Impotência Sexual

Os medicamentos antidepressivos têm sido frequentemente relacionados aos efeitos sexuais adversos, e cerca de 39% dos pacientes em uso dessas drogas referem queixa de interferência na esfera sexual. Em comparação com outros efeitos colaterais, como fadiga, ganho de peso e tremor, o efeito sobre a função sexual é considerado o mais problemático e importante razão de não-aderência ao tratamento.

As queixas mais comuns dos homens que tomam esse tipo de medicamento incluem diminuição do desejo e/ou libido sexual, disfunção erétil, problemas de orgasmo e ejaculação, como orgasmo em tempo atrasado e ausência de ejaculação.

Mesmo com esses efeitos colaterais indesejáveis, é importante que você entenda que a depressão é uma doença que precisa de tratamento, então mesmo que sinta diminuição no seu desejo ou outra alteração sexual, é importante que converse com seu médico e tente a troca de medicamento, e não a interrupção.

Abaixo vamos citar algumas das classes de medicamentos antidepressivos que mais provocam efeitos de diminuição da libido e disfunção sexual. 

Especialmente as classe de antidepressivos Inibidores da Recaptação de Serotonina (ISRS), antidepressivos Tricíclicos (ADT) e Inibidores de Monoaminoxidase (IMAO)  podem ter impacto na qualidade da sua vida sexual.

Confira abaixo os principais medicamentos de cada uma dessas classes:

  • ISRS: Fluoxetina, Citalopram, Paroxetina, Sertralina, Fluvoxamina, Escitalopram.
  • ADT: Amitriptilina, Clomipramina, Desimipramina, Imipramina, Nortriplina, Doxepina.
  • IMAO: fenelzina, a isocarboxazida e a tranilcipromina.

É muito importante dizer que os medicamentos antidepressivos, mesmo que tenham seus mecanismos de ação esclarecidos, podem agir de forma diferente em pessoas, ou seja, o impacto na vida sexual pode não ser sentido por uma boa parcela dos usuários. Além disso, para muitos casos esses efeitos de diminuição na excitação e/ou impotência sexual pode ser passageiro.

De qualquer forma, caso você sinta-se prejudicado em sua vida sexual, é de suma importância conversar com seu médico, pois existem muitas ações que podem ser feitas, como ajuste de dose, troca ou inclusão de outros medicamentos.

Chá do Amor Kannjin e o aumento de desejo sexual

Como lido no texto, um dos principais efeitos colaterais desses grupos de medicamento antidepressivos é a diminuição na excitação ou libido sexual, algo que gera como dano secundário a disfunção erétil.

Dentre as possibilidades de tratamentos, em muitos casos ocorre a inclusão de promotores de ereção. Dentre essas opções, o Chá do Amor Kannjin tem se destacado como uma opção segura e saudável, sem interação com medicamentos antidepressivos, para o aumento da libido sexual, bem como para promover ereção peniana.

O Chá do Amor Kannjin tem ação imediata, garantindo uma resposta sexual à qualquer situação erótica. Ele deve ser utilizado 40 minutos antes da relação sexual, e irá promover aumento do seu desejo e uma ereção segura e saudável.

Caso você sinta que nos últimos tempos vem perdendo seu desejo sexual, é importante que tente manter seus desejos eróticos ativos, e o Chá do Amor Kannjin é um produto que irá auxiliar você nisso.

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